segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Greve dos maquinistas

A lógica da perversidade
Não entendo e penso que ninguém poderá explicar a lógica dos horários deste grevistas criminosos e inimigos do povo. Ao começar a greve à meia-noite, todos os comboios que começam o percurso antes dessa hora e o terminam depois, são suprimidos porque entram e terminam já dentro do tempo de plena greve. Na mesma ordem de ideias, ao terminarem a greve, todos os comboios que iniciam antes da meia-noite e continuam depois dessa hora, já depois do período de greve, deveria funcionar em pleno, entrando ao serviço antes do período de greve terminar.
Mas não é isso que se verifica. Vemos que os efeitos da greve se prolongam significativamente, prejudicando sempre os mesmos. Que lógica é esta? Que justiça? Que sentido de responsabilidade? Que serviço público?
Não há quem ponha fim a este abuso de poder?

sábado, 24 de dezembro de 2011

Greve ao Natal?

Terrorismo sindical?
Enquanto a tradição manda que se dêem as boas festas, se deseje um Bom Natal e um Feliz Ano Novo, os maquinistas da Companhia de Caminhos de Ferro portugueses decretaram uma greve ao Natal. Dá a impressão de que o que desejam a todos os passageiros e a todos os portugueses é que tenham um mau Natal e um Novo Ano de 2012 cheio de desgraças. Nesta quadra em que devia imperar a solidariedade e a fraternidade manda o egoísmo e a prepotência. Não sei exactamente qual é o problema laboral que está em causa, mas parece ser antes um de ordem disciplinar. Sabemos que a indisciplina é antes de mais uma atitude de intolerância e de falta de civismo que põe em causa a ordem pública e a harmonia social. Numa sociedade democrática e num Estado de Direito ninguém está acima da lei, as leis devem ser respeitadas e cumpridas e não me parece que a greve seja a solução mais adequada para estas situações. Quem são as pessoas mais prejudicadas com esta greve? São os ricos que se deslocam em automóveis luxuosos ou são os pobres, mais pobres do que os próprios maquinistas que não têm outro meio de transporte? Num tempo de crise, de carência e de fome faz sentido uma greve desta natureza? Que sentido de solidariedade prestam os maquinistas com o seu serviço público? Não parece mais um serviço privado e egoísta? Também há dois mil anos não deixou de haver Natal apesar das adversidades e hoje, apesar deste terrorismo sindical, haverá Natal porque a vida tem sempre prioridade. Uma greve ao Natal é a pior das prendas que um ser humano pode esperar. Se um sindicato dos maquinistas decreta greve à esperança e à vida nova que desponta no Natal eu gostaria de ver o que faria quando a morte se anunciar.
Viva o Natal! Viva a esperança de um futuro melhor que nunca se alcança com greve ao Natal.
A todos os portugueses eu desejo um Bom Natal e um Próspero Ano Novo de 2012.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Greve Geral ou golpe de Estado?

Que democracia é esta? Que país é este? Que políticos, que sindicalistas? Quem é que votou maioritariamente este governo? Porque é que estamos na miséria? Quem são os exploradores do povo?
Andam a brincar à política? Ainda há meia dúzia de dias uma esmagadora maioria votou neste governo e agora quem é que o quer atacar? Uma minoria? Esta greve geral não cheira a golpe de Estado? Onde está a força do povo, na rua ou nas instituições democráticas? Que espécie de democratas temos nós? Porque é que estes senhores que decretam greves não o fizeram quando todos os políticos anteriores, principalmente os da última década, prometeram mundos e fundos, enganaram, mentiram e permitiram toda a espécie de atrocidades, aqueles que muita gente gostaria de ver agora no banco dos réus? Os fervorosos defensores dos trabalhadores que sempre estão ao lado do povo, não viram o logro em que nos iam meter? Porque é que nessa altura não disseram nada?
Estamos a empobrecer? Alguma vez fomos ricos? Vejam o percurso desde D. Afonso Henriques, D. Dinis, D. João I, D. Sebastião, os Filipes, o ultimato inglês, a primeira e a segunda Repúblicas e agora a terceira.
Esta greve não é uma espécie de batalha de Alcácer Quibir? Vale a pena fazer greve contra os mercados? Quem é o Big Boss explorador, de barriga grande e de charuto a quem devemos o pão que todos os dias levamos à boca? Quem é que pode identificar os investidores anónimos que nos hipotecaram a vida? Se a guerra é entre a oferta e a procura qual é a solução para dar cabo dos mercados? Se não há políticos nem política, mas só mercado, é com paralisações que se aumenta a riqueza? Se somos uma equipa que joga no campeonato do mundo da economia, uma greve geral não significa meter golos na própria baliza quando o resultado está em 7-0?
Estamos na bancarrota? Quem é que nos empurrou para lá?
Quem pensou que o tempo das vacas gordas nunca iria acabar? Que ingénuos nos governaram? Desde o MFA até agora? Porque é que os tão dedicados sindicalistas deste país, esses dinossauros das lutas de classes, não criam empresas, “modelo de virtudes”, para mostrar como é que se trabalha, se paga bons ordenados a tempo e horas, respeitando todos os direitos laborais?
O que adianta fazer mais greves se ao fim de anos e anos de luta, cada vez estamos pior: sem emprego, sem futuro, sem pão, sem dinheiro, sem nada?
Que ingénuos temos na economia europeia que criaram uma comunidade, mas vive cada um no seu cubículo? Que igualdade temos nesta comunidade quando os ordenados mínimos de cada país têm diferenças abissais e a classe política privilégios e mordomias injustificáveis?
Lá diz o povo: na casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão, (ou todos têm razão, o que vai dar ao mesmo). É preciso uma nova ordem nacional, europeia e mundial.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Odisseia na crise lusa

Salve-se quem puder!
O barco entrou em rota de naufrágio. O comandante, em serviço há cerca de meia dúzia de anos, desertou, há alguns meses, para não ser confrontado com a grave situação em que deixou o navio, devido à sua total inépcia na arte de marear. Com grande ingenuidade, prometeu navegar sempre de vento em popa, em velocidade de cruzeiro, rumo ao “Eldorado”, como se os ventos fossem sempre favoráveis e navegasse num “mar de rosas”, ao estilo de “The Love Boat”. A turba, inebriada e feliz, aplaudia estas miragens de sonho e de volúpia desde sempre desejadas, mas agora oficializadas em referendo popular. O convés fervilhava de emoções ao luar como se a existência se transformasse, por magia, num paraíso terreal, de fantasia.
Alguns ex-capitães e oficiais da oposição, alertando para perigos futuros, deram insistentes avisos à navegação. Era preciso ter muito cuidado com a mareação tranquila mas muito perigosa, com uma possível cambadela inesperada, provocada pela mudança repentina dos ventos. Era preciso corrigir a rota, mudar de rumo, amainar a velocidade, verificar a sala das máquinas (os remadores), avaliar os recursos, os mantimentos e evitar a pirataria, os motins e as sublevações populares. Lançaram, ainda, críticas às constantes guinadas no leme, à enorme incapacidade em o segurar e à teimosia em prosseguir de vela folgada. O timoneiro ignorou os avisos e os perigos, mentiu e enganou os subalternos. Refugiou-se cada vez mais no seu castelo de popa num autismo demente. Surgiram ventos contrários de vários quadrantes. Ondas alterosas sacudiam a frágil e velha embarcação de mais de oitocentos anos de História, a pirataria rondava o navio, apercebendo-se da defesa enfraquecida e mal preparada porque mais habituada ao conforto da alcova e dos camarotes. O mar encheu-se de tubarões, os recursos começaram faltar, mas o capitão teimava em apresentar obras megalómanas e continuar a navegar ao largo como se a crise fosse uma miragem longínqua.
O descontentamento alastrou pelos conveses onde a turba se sentia traída pelo comandante que lhes exigia cada vez mais impostos (em doses ou PEC I, II, etc.) para suportar os enormes encargos com a sua vida faustosa e luxuosa, dos seus imediatos e oficiais. Sucediam-se insolvências, falências e despedimentos. O índice do desemprego e o custo de vida ameaçavam suplantar a altura dos mastros. A criminalidade alastrava como a peste e a Justiça virava as costas aos grandes casos e escândalos que minavam o poder.
Finalmente uma enorme bordada de artilharia eleitoral destronou o capitão do seu posto. O leme ficou vago e outro comandante se prontificou a conduzir o navio a bom porto.
O novato e ainda inexperiente capitão, que tinha prometido não sacrificar mais os passageiros com taxas, penhoras e outros tributos, mal conhecia o estado das contas públicas de toda a barca, a resistência do casco, a conservação dos conveses, as reservas de mantimentos, as epidemias a bordo e a força e os ânimos da população.
Rapidamente se apercebeu da enorme rataria que infestava toda a embarcação, que consumia a produção, que debilitava as finanças e corrompia toda a estrutura social enquanto grandes abutres de rating lançavam palpites premonitórios à espera da derrocada. Calotes e dívidas monstruosas, golpes vários e outros atentados ao estado e à harmonia social corroeram toda a estrutura do navio, deixando-o com enormes buracos, à mercê das ondas especulativas e de fortíssimos ventos contrários.
O naufrágio estaria iminente caso não fossem tomadas medidas urgentes para conter a corrosão acelerada, provocada pelo desvio colossal. Para evitar o abismo, o leme e a bandeira foram parcialmente cedidos a capitães estrangeiros, mais poderosos, que impuseram regras de mareação em bolina cerrada, com as velas totalmente caçadas, ficando a soberania, claramente, enfraquecida.
O capitão rodeou-se de novos cartógrafos, marinheiros e de outros especialistas na ciência náutica e prometeu reconstruir o navio, traçar novas rotas, acalmar os ânimos e limpar as nódoas da injustiça, da corrupção e da revolta. Prometeu, ainda, mão firme no leme, apesar de muitos escolhos, do mar encapelado e do horizonte sombrio que mal deixava ver o sol, as estrelas ou um simples farol.
Face à dura realidade, o comandante impôs um orçamento atroz, violento e brutal. Toda a turba se sentiu como se fosse condenada às galés e a trabalhos forçados que mais pareciam os suplícios da escravatura. Surgiu um coro de vozes de protesto contra tão forte austeridade, exigindo que os velhos privilegiados dos camarotes de luxo e dos conveses superiores, os responsáveis pelo descalabro, descessem aos porões do sacrifício. Gritou-se por justiça! A austeridade deve ser para todos! Quem nunca repartiu as benesses deve, com muito mais razão, repartir a penúria e as privações – gritaram os arautos do povo – prometendo duras lutas e fortes contestações aos cortes de salários, à eliminação de subsídios e de outras remunerações a toda a classe de marujos do serviço público de toda a barca.
Concluído o diagnóstico verificou-se a terrível situação do navio: os cofres vazios, o tesouro hipotecado e as reservas esgotadas. O capitão insistiu que não haveria margem de manobra. Abandonado o mar alto da prosperidade era forçoso não perder de vista a terra firme e evitar os baixios e as rochas, perigos fatais, que ameaçam encalhar e despedaçar o navio. A população residente sente-se em apuros, receosa, sem mantimentos ameaçando definhar à fome e à sede. Pedir socorro torna-se uma tarefa vã. Muitos outros navios, no mesmo oceano, sofrem as mesmas dificuldades. Apesar de tudo, algumas pessoas tentam abandonar o navio, à procura de um lugar mais tranquilo, de ondas menos agitadas, emigrando para longe, deixando parte da família com a promessa de um futuro melhor. Sentem que o manto protector do providente Estado Social, tão apregoado pelo anterior comandante, está totalmente rasgado em pequenas tiras, frágeis, por não resistir aos fortes ventos da recessão. Mas alguns ex-comandantes vivem em praias paradisíacas e em paraísos fiscais porque se apoderaram dos cofres e dos tesouros amealhados, com enorme esforço, dos mais fracos.
Instala-se um forte sentimento de injustiça e de angústia, aumenta mais e mais o sofrimento e o temor pelo dia de amanhã. Tudo parece estar à deriva, em desordem e em abandono total. A verdade é dura e cruel. A segurança está comprometida. Ninguém garante a salvação em caso de naufrágio. Teme-se que os capitães titulares se transformem em perigosos corsários, piratas ou mercenários ao serviço de uma qualquer máfia poderosa. Além dos cortes de salários e de subsídios, fecham-se muitos serviços públicos, centros de saúde, escolas e hospitais. Os que permanecem abertos revelam muitas falhas e restrições e o atendimento é precário. Os crimes violentos, os roubos, os assaltos e outros atentados multiplicam-se diariamente, dando a sensação de maior insegurança e inquietação. Nada está garantido: nem os direitos adquiridos nem os bens acumulados com o trabalho de toda uma vida.
Não há bóias de salvação, lanchas ou barcos salva vidas para todos que esperam, a qualquer momento, o terrível aviso do comandante: SALVE-SE QUEM PUDER!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A ditadura da dívida

Eleições na Madeira
Parece mais que evidente que, se as leis fossem cumpridas (todos somos iguais perante a lei), o Sr. Alberto João já devia estar preso há muito tempo. Toda a gente já terá concluído que estas maiorias absolutas conquistadas ao longo de tantas eleições consolidaram a prepotência e o abuso de poder que são a causa e a consequência da intolerância e do autoritarismo em que se tornou o regime que governa a chamada “pérola do atlântico”.
Pelas notícias que recebemos, a ideia que formamos acerca deste regime é de uma espécie de democracia, um simulacro de Estado de Direito, alheio a todo o tipo de regras, de princípios e de leis, incluindo a lei fundamental de um Estado de Direito. Se se faz obra sem haver dinheiro só para agradar ao povo e fazer inaugurações em tempo de campanha, ou marinas para ficarem vazias e destruídas pelo mar, piscinas sem utentes onde se gastaram milhões de euros, onde está a sociedade solidária de que fala a Constituição no artigo primeiro? Se a Madeira já é uma pérola porque é que ainda temos que dar o ouro ao “bandido”? Os dedos sem anéis da maioria dos portugueses acusam esta enorme injustiça, esta ditadura da dívida de quem vive no luxo e na ostentação, irresponsavelmente.
A ditadura da dívida sobrepôs-se à alegada defesa dos direitos do povo madeirense. Esta ditadura é uma nova forma de fascismo que arruína a totalidade do Estado. Quem é que pode justificar um tratamento desigual mas superior na defesa da igualdade democrática? Que privilégios têm os madeirenses a mais do que qualquer cidadão deste país?
Não podemos tolerar a prepotência e o abuso do poder qualquer que ele seja e muito menos quando são exercidos sob a capa da legalidade e da democracia.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Terminou a maldição!

Que alívio! O acontecimento mais importante do sistema solar, nesta pequena parte do Multiverso em que vivemos, neste 5 de Junho de 2011, dia mundial do ambiente, foi a derrota do PS, principalmente do seu chefe. A maldição terminou. A política destrutiva tinha atingido os limites. Não era possível continuar a viver neste suplício. Os efeitos destrutivos desta política, dita socialista, ainda não se fizeram sentir verdadeiramente. Teremos dias difíceis, a curto prazo e a culpa está bem identificada. Esperamos e desejamos que esta política perniciosa seja erradicada da face da terra nas próximas gerações. Portugal está feito em cacos tal como as empresas, as famílias, as instituições e a sociedade em geral. A tarefa do futuro é recolher os destroços do naufrágio, cuidar dos sobreviventes e começar tudo de novo.
Não sabemos que competência terão os novos timoneiros deste país, mas uma coisa é certa: as nuvens carregadas de maldição que pairavam sobre o povo, o país e o futuro deram lugar a um sol de esperança. Até hoje o ambiente político em que vivíamos era como ter o diabo a mandar no paraíso. O inferno invadiu a praia, ensopou-nos as toalhas e encobriu o sol. O mais simples prazer da vida tinha-se transformado numa enorme angústia. Se os ambientalistas apelam à preservação do ambiente, ao respeito pela natureza, a não poluir os rios, os solos e o ar, a diminuir os negros fumos irrespiráveis da indústria e de toda a actividade humana, com muito mais razão era forçoso que acabássemos com toda esta poluição da mentira, da manipulação e da fraude.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O cúmulo da vergonha!

Sinto uma enorme vergonha, um grande nojo e forte repulsa pela nulidade de carácter, total incompetência e baixeza moral deste cidadão que tem ocupado o lugar de primeiro ministro do país em que vivemos e que se recandidatou novamente depois de ter garantido que nunca governaria com o FMI e que o país não precisava de ajuda externa. Tem ocupado o lugar, mas desde que lá está só se tem governado a si próprio e aos seus correlegionários, destruindo o país, a sua economia, o seu futuro e a vida das gerações futuras. Se a velha expressão popular afirma que “os políticos são todos uns aldrabões e uns vigaristas”, esta parece assentar que nem uma luva a este sósia de vilão sem escrúpulos que se apresenta como o salvador da pátria, o sábio, o bonzinho, o protector dos pobres e dos desgraçados mas que, com a sua atroz incompetência, não faz senão o contrário: destruir, aniquilar e arruinar. Depois apresenta-se como uma vítima inocente, de quem estava a fazer tudo o que sabe para o bem do país e a dar o seu melhor, acusando “aqueles grandes malandros”, aquela “oposição irresponsável”, aqueles “radicalistas ideológicos” de não o deixaram governar: “Cuidado! Eles querem apoderar-se do poder para destruir a escola pública, o serviço nacional de saúde e mudam de programa de cada vez que muda o vento!” Quem é que pode fazer tudo o que sabe se não sabe fazer nada? Que é que pode criticar os programas dos outros se o seu é uma pura falácia e uma simples promessa de campanha eleitoral?
Estamos perante os limites da loucura de quem não sabe o que diz nem nunca esteve à altura das funções que desempenhou. Parece perdido e desesperado com medo que lhe descubram o crime e a falsidade em que sempre viveu. A credibilidade é nula. Tanto faz afirmar como negar, prometer ou desejar, indicar caminhos ou dizer seja o que for: nada é credível, nada pode ser levado a sério. Parece uma marioneta ao serviço de poderes estranhos, ocultos e prejudiciais cuja arte não é senão enganar, manipular e trair. Os seus sequazes parecem hipnotizados por um poder estranho que ninguém compreende e que nos leva a questionar o seu grau de idoneidade, de inteligência e de bom senso. Ninguém reage? O país enlouqueceu? Estamos todos doidos?
A fraude e a mentira são totalmente visíveis e descaradas. Brilham em plena luz do sol em todos os gestos e acções. Basta ver os cartazes que dizem: “Defender Portugal” e “construir o futuro”. A gestão danosa que nos colocou na bancarrota é a prova mais inequívoca de que estes slogans são uma enorme trapaça. O que este governo tem feito até hoje não foi senão “Atacar Portugal” e “destruir o futuro”. Qual o futuro das crianças, dos jovens e dos desempregados num país de fome e de miséria? Qual o futuro de um país em que quarenta por cento das crianças vive na pobreza? Qual o futuro de um país em que a mortalidade supera a natalidade? Qual o futuro de uma país em que o desemprego não pára de subir de dia para dia?
A fraude e a mentira são completamente evidentes em mostrar apenas as aparências, em não aceitar críticas com o simples argumento de “não gostar”, como se uma crítica tivesse de ser um elogio. As atitudes: “não admito lições de moral” ou “os manifestantes não sabem o que é a democracia” só revelam uma enorme arrogância e um conceito muito limitado de democracia e de tolerância.
Portugal vive um momento de enorme vergonha devido à incompetência dos socialistas e, principalmente, do seu chefe. Atingimos o mais baixo nível de sempre, a nível político, social e económico. Os dirigentes desta ideologia política são a maior vergonha nacional de sempre. É tão grande a incompetência, a mentira e a falsidade, que ultrapassa toda a decência, da justiça e da legalidade.