quinta-feira, 18 de julho de 2013

IMI - Um escândalo!



 Uma grande injustiça!
A situação de crise actual em Portugal, na europa e no mundo são inexplicáveis face ao nível de evolução tecnológica, científica e cultural em que vivemos. Temos a possibilidade de criar riqueza e produzir bens de primeira necessidade sem grandes esforços. Por que é que vivemos na miséria?
O IMI é um enorme escândalo. Hoje, viver no Estado é o mesmo que ser explorado.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A luta dos professores – um golpe de estado?



A luta dos professores configura um verdadeiro golpe de Estado porque o Estado que temos nos está a destruir gravemente. Não há outra solução. O que está em causa é a dignidade, a justiça, a liberdade e a sobrevivência dos portugueses. A luta dos professores é um imperativo nacional. Não podemos pactuar com a destruição do país e do seu futuro. Está em causa a independência nacional. O país está a morrer. Se já não temos militares nem outras forças que possam garantir a nossa integridade, quem pode reagir a esta hecatombe, quem há-de lançar o alerta se não forem os professores?

A situação é tão grave que não podemos permitir esta queda no abismo. Há técnicos especializados em afundar navios militares junto à costa portuguesa para recreio e turismo, mas os governos mais recentes foram e são especialistas em afundar o país para que os enormes polvos que cá mandam, com os seus tentáculos poderosos, nos venham devorar como vermes para se divertirem. A gestão danosa a que temos assistido nas últimas décadas destruiu de tal modo a economia e as condições materiais da vida dos portugueses que este governo, inábil e incapaz, está completamente à deriva e sacrifica até à exaustão todos os funcionários públicos para diminuir a dívida. O país está na bancarrota, não tem dinheiro. É preciso que o povo acorde. Precisamos de fazer um novo golpe de Estado porque estamos no fim. O governo não pode mentir mais sobre esta situação.

Os professores são as pessoas (a classe) mais credíveis do país. Não mentem aos alunos como os políticos mentem ao povo. Ensinam a enfrentar a verdade e a construir o futuro. O país são as pessoas e o futuro está nos alunos. Os professores não podem mentir aos alunos, ensiná-los e prepará-los para a vida, para depois ficarem no desemprego ou terem que emigrar como têm feito os governantes nestes últimos anos: mentiram descaradamente, prometeram que “não iam cortar nos salários, que isso era um disparate, que não subiam os impostos, etc.”, mas depois fizeram, precisamente, o contrário. Alguém acredita nos políticos que nos governam que atrás de medidas drásticas vêm outras piores? Onde é que isto vai parar? Esta luta é um mal necessário. Se com a morte de uma andorinha não acaba a primavera, com um dia de greve ninguém morre, mas com governos incompetentes morrerão todas as andorinhas e todas as primaveras. Não podemos brincar com a educação, com os alunos e com a vida dos professores.

Nos últimos anos foram construídas escolas, estradas e autoestradas, por todo o país, mas Portugal e os portugueses estão a ser destruídos. Isto é inaceitável. A luta dos professores é apartidária. O futuro do país está acima dos partidos que estão completamente desacreditados porque esta classe política reinante tem levado o país à ruína. É uma classe política parasitária que consome a seiva que dá vida ao país. É preciso eliminar, rapidamente, estas sanguessugas pestilentas, antes que seja tarde. É cada vez mais urgente um professor no governo para que ponha os pontos nos is.

Os políticos parecem, hoje, um conjunto de palhaços ou marionetas ao serviço de grandes interesses económicos e financeiros que mantêm o povo escravizado, enganado e controlado. Exigimos democracia política e económica.

Os três poderes do Estado são uns fantoches que se demitiram das suas funções e se tornaram subservientes dos interesses da economia especulativa. Já não vivemos em democracia, estamos em estado de sítio e de calamidade pública em que as leis não defendem os interesses do povo nem são a expressão soberana da sua vontade.

A justiça, que devia ser independente, é um enorme elefante branco. Sucedem-se os grandes crimes económicos de colarinho branco (reais) e os grandes desfalques que arruínam a vida do país e semeiam o desemprego, a miséria e a fome sem que a justiça exerça o seu poder sancionatório eficaz.

É urgente, não só uma Revolução Nacional, mas também uma grande Revolução Europeia como a Revolução Francesa de 1789 para acabar com os enormes privilégios da classe política exploradora, déspota e injusta e proclamar de novo a LIBERDADE, A IGUALDADE E A FRATERNIDADE.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Sócrates: o mentiroso compulsivo



Um autista no grau mais elevado que se possa imaginar. Vive e sempre viveu na estratosfera. Irresponsável incorrigível. Viciado e fortemente inveterado na falsidade. Intolerante perante argumentos e factos que não lhe convêm. Afirmações gratuitas e ingénuas. Os outros é que são os culpados de tudo. Um ciclista de bicicleta de manutenção que se esforçou ao máximo para chegar à meta, mas só depois de ter perdido a corrida é que verificou que a bicicleta não tinha rodas. Depois acusa todo o mundo de ele próprio ter comprado uma bicicleta daquelas. As armas contra si são sempre ilegítimas, mas as mesmas contra os outros já são legítimas. Nunca reconhece erros próprios. Nunca errou e raramente se enganou. Quem o acusar de ter errado comete ataque pessoal e insulto.

Deve ser pura e simplesmente ignorado. É um ser completamente irrelevante, dispensável, ingénuo. Tem uma memória extremamente curta ou melhor, nem sequer tem memória. É um autêntico desmiolado. Ser sem consciência psicológica e /ou moral. Nunca reconhece a realidade. Vive sempre à deriva, governou sempre pela cabeça dos outros. O seu governo nunca tomou decisões erradas. A crise internacional é que foi culpada. Um autêntico espantalho, um cata-vento no governo. Nenhuma das suas decisões teve consequências negativas, aliás desconhece o que são consequências. A relação de causa efeito e impossível de ser comprovada no seu governo, mas quando se trata das atitudes dos outros já se pode verificar. Uma receita possível: pôr-lhe uma enxada nas mãos e obrigá-lo a sustentar-se com o esforço do seu trabalho, trabalho real e concreto.

Caso perdido, irremediável. Sem remissão possível. Sem perdão. Mas como quem não tem noção do mal que faz é inimputável, deveria ser internado num auspício para dementes.

Sócrates: o pecador arrependido?



Se Sócrates estudou Filosofia a sério, em Paris, a única razão admissível para ter decidido regressar tão depressa ao país, onde a maioria dos portugueses o desejariam ver atrás das grades, há muito tempo, só pode ser a de confessar todos os crimes, burlas, fraudes e favorecimentos ilícitos que cometeu durante a sua vida política desde que assumiu funções públicas em Portugal. Deve-lhe ter pesado, finalmente, a consciência. Prometeu progressismo, felicidade, cento e cinquenta mil empregos, e tudo o que de mais excelente se pode prometer na actualidade. Agora terá verificado que, afinal, meio país já emigrou, muitos estão no desemprego como num beco sem saída e outros recorrem ao suicídio. O país está a definhar, a morrer e a desfalecer tudo por culpa das suas políticas. José Sócrates não poderia continuar a sua vida de luxo e ostentação à custa de inúmeras vigarices, fraudes e ilegalidades enquanto os seus compatriotas morrem de fome, espoliados, oprimidos e sacrificados como os condenados às galés.

Provavelmente, hoje, José Sócrates poderá afirmar com conhecimento de causa que não recebe lições de moral de ninguém. Se estudou Filosofia a sério, em Paris, terá passado a pente fino todas as teorias morais elencadas nos mais famosos compêndios da especialidade. Um forte remorso ter-lhe-á pesado a consciência de tal modo que terá aceitado sem hesitações responder a todas as perguntas dos seus entrevistadores, gratuitamente, sem condições prévias, sem arranjinhos, sem limitações de assunto. Desta vez José Sócrates irá, finalmente, responder às vinte e sete questões que a Sra. Procuradora não teve tempo de lhe fazer em tempo útil, arrastando a investigação para que o crime prescrevesse.

Ainda para mais, a data é histórica e o tempo é favorável. Acabou de ser eleito um novo Papa que é o exemplo da simplicidade e estamos na semana Santa, a semana maior. Aproxima-se a comemoração da morte e Paixão de Cristo. Esta surpreendente decisão de regressar a Portugal, nesta data, não poderá estar relacionada nem com as futuras eleições autárquicas, nem com eleições presidenciais, nem com o reforço da oposição. Quem já conquistou o mundo, negociou com o diabo e enganou um país inteiro e quase toda a Europa não terá mais aspirações que justifiquem a luta pelo vil metal. Estaremos, logo à noite, perante o bom ladrão, que pregado na cruz dirige a palavra a Cristo e a Portugal moribundos? Resta saber se haverá coragem e capacidade para prometer que “Hoje estarás comigo no paraíso”.

Quem não aceitar esta imagem de bom ladrão, talvez aceite a outra do Zaqueu que subiu a um sicómoro e a partir dali prometeu devolver quatro vezes mais às suas vítimas.
As novas levas de emigrantes que enchem a capital francesa terão despertado este enorme remorso ao novo pecador arrependido que, do cimo do seu sicómoro de ostentação e de luxo, terá vislumbrado a miséria que ele próprio provocou ao seu país e ao seu povo. Esperemos para ver, hoje à noite.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A lei do aborto é a lei da crise



Camões propôs-se cantar, em “Os Lusíadas” os heróis da pátria designando-os como “aqueles que por obras valerosas se vão da lei da morte libertando”. Se Luís de Camões vivesse hoje não teria, com certeza, heróis que merecessem tão ilustre poema. Pelo contrário os heróis de hoje, os donos do poder, os anti-heróis, são aqueles que, por obras execráveis se vão da lei da vida libertando, colocando todos os portugueses na mesma situação.
Diz a sabedoria popular: “vamos à vida que a morte é certa”. Ninguém, no seu perfeito juízo, deseja morrer e só espera que isso aconteça ao fim de uma longa vida. Mas em Portugal, apesar de toda a gente saber que a morte é certa, esta verdade absolutamente inquestionável, ainda assim, foi escrita, reforçada e aprovada, ao mais alto nível do poder, como uma lei fundamental que deve vigorar em todo o país. Como é que um governo que aposta na morte, apoia a morte e financia a morte, pretende que haja vida, haja futuro e prosperidade? Ou o governo governa para a vida ou governa para a morte, não pode governar para as duas coisas. Como é que um agricultor pode colher bons frutos se destruir a sementeira pouco depois de lançar a semente à terra?
Estamos perante uma lei inconstitucional porque todos têm direito à vida e pelo mesmo motivo esta lei é contra a declaração universal dos direitos do homem e contra o direito natural.
Mas o absurdo desta morte oficializada é que se pratica mesmo antes do nascimento. Estamos perante um enorme genocídio, uma matança de inocentes que configura um cenário de guerra em que se mata “por amor”, o que se torna ainda mais absurdo. O estado de calamidade em que se encontra o país e grande parte da europa e do mundo, que tem apostado nesta linha da morte, reflecte-se no caos, no desemprego, nas falências, na miséria e na fome. Aparentemente a vida corre o seu curso normal: a terra gira e dá lugar aos dias e às noites. As ruas, as praças, as casas e os campos parecem continuar nos seus lugares, mas por detrás destas aparências o mundo está em destroços e virado do avesso. As vítimas do genocídio clamam por justiça. Os gritos de revolta contra a fome e a miséria só demonstram que a guerra não está ganha e que os vencidos serão, no fim, vencedores.
A evolução tecnológica, cultural e científica que deveria permitir uma vida tranquila, farta e feliz não resolve, afinal, nenhum dos nossos problemas. Nunca a humanidade teve tanta capacidade de produzir riqueza como hoje, mas vivemos na miséria. Os gritos de revolta, as manifestações e as discussões ao nível do poder político só revelam o estado desta doença epidémica que alastra e contamina toda a sociedade. Se tudo estivesse nos seus lugares veríamos os médicos sem muito trabalho, sinal de que toda a gente era saudável, os advogados sem expediente, os bombeiros ociosos, os polícias folgados, etc. e por outro lado, veríamos todos os campos cultivados, as fábricas cheias de trabalho e as escolas repletas de alunos e professores. Mas, infelizmente o que observamos são as clínicas de aborto com as portas abertas para a morte, as maternidades encerradas, as estradas e auto estradas sem veículos, os cafés e restaurantes sem clientes e as fábricas na falência, em ruínas e os trabalhadores sem trabalho e a passar fome.
Ninguém pode matar uma águia peneireira, um lince da Malcata, cortar um ramo de sobreiro ou de carrasqueiro, ninguém pode derramar lixo poluente na água ou no solo ou destruir um ninho de perdiz, ninguém pode fazer nenhuma destas coisas porque será castigado por estar a destruir o ambiente, mas uma mulher pode, livremente, matar um filho. E se o fizer, não recebe qualquer castigo, mas pelo contrário, terá todo o apoio do estado. Enquanto o estado desvia dinheiro para pagar o aborto, silenciosamente, falta-lhe dinheiro para pagar aos seus funcionários, retira-lhes os subsídios de férias e de Natal, corta-lhes os vencimentos e pensões, despede quem precisa de trabalhar e sobrecarrega com impostos os que ainda resistem, tornando a vida insustentável.
Vivemos hoje num mundo impróprio para cardíacos mas, num cenário destes, não haverá ninguém que não sofra do coração, a não ser que tenha um coração de pedra.
Por mais medidas de austeridade que se tomem, por mais contas de matemática que se façam, por mais revoltas e manifestações que saiam à rua, por mais lutas sindicais que se desenvolvam para diminuir o défice e para resolver a crise, tudo será em vão enquanto o défice da vida for maior do que o da morte.
Num país em que grande parte do orçamento serve para financiar a morte, em que parte da medicina está ao serviço da morte em vez de estar ao serviço da vida, em que as empresas e as pessoas estão asfixiadas por todo o tipo de impostos, taxas e portagens como é possível sobreviver?